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“A CRISE DO SISTEMA CAPITALISTA”

1.   

A crise do sistema capitalista de produção é uma realidade patente aos olhos daqueles que pensam de forma crítica e não se subordinam a receber o ‘ conhecimento’ ardilosamente manipulado, reestruturado e muito bem elaborado pela elite dominante, detentora do poder económico, político e, de certa maneira, cultural da sociedade actual. A não solução dos problemas sociais, aliado às tenções sociopolíticas, forçaram a «burguesia» a revisar as suas fontes teóricas adoptadas anteriormente, visando agora, a uma nova base teórica capaz, e ‘justificar’ a sua dominação e opressão. Muito bem revista, a fonte teórica burguesa incorpora, assim, o grande filão, cuja ponta (linha) avançada em Portugal – em minha opinião – é o nosso (de quem votou nele) Presidente da República. O NEOLIBERALISMO, também conhecido como ‘Modernidade – que palavra tão bonita para descrever coisa tão feia - ; Com ele, aparece a qualquer custo – inclusive e especialmente, a custo dos mais pobres – a chamada GLOBALIZAÇÃO da economia, meio através do qual a burguesia expande rapidamente a sua nova ideologia. Evidentemente, tais medidas visam garantir os privilégios sempre obtidos pelos detentores do Poder Económico-politico, na história do nosso Planeta e naturalmente, para que tal aconteça, i.e., que estas medidas sejam bem recebidas, precisarão de uma Politica que à boa maneira portuguesa, i.e., em bom português, eu diria: DESVINCULADA DE ABRIL; O que actualmente já acontece e é também desvinculada da ética.

A exclusão social só não é mais explícita para os que, embora tendo olhos, não ENXERGAM, embora tendo ouvidos, não OUVEM, e, embora tendo coração não conseguem SENTIR a dor dos que passam fome e são BARBARAMENTE EXPLORADOS.

Bem na frente do palco está o NEOLIBERALISMO - aqui em Portugal, constituído – em minha modesta opinião – pela reminiscência de «Salazaristas, Caetanistas e por meia dúzia mangas -de – alpaca corruptos, que se deitaram remediados e acordaram multimilionários; por de trás do palco encontra-se um sistema mundial, fortíssimo instrumento de domínio, que incorpora um Governo, um modelo coercivo de comportamentos do homem e da sociedade. Em Portugal, pretende ser: Um Presidente, um Governo, uma Maioria!

2.                                                                            

Em Portugal, o neoliberalismo fortificou-se – numa altura em que se estava a verificar ter sido uma «falácia» - com as Vitórias politicas de Cavaco Silva, que se como primeiro-ministro se demonstrou ineficaz na resposta aos problemas do Pais, tendo, inclusive, de deixar a batata quente a Eurico de Melo, bem nutrido, agora pelos ensinamentos das agências de marketing e reassumindo uma doutrina económica que bebe na fonte do ‘Laissez-faire’, apologista da tese da intocabilidade do mercado e da insistente ideia de muitos dos nossos academistas – quanto a mim Cavaco um deles – da enorme nocividade da intervenção do Estado na economia. O certo é que já conseguiu o seu 2º mandato como P.R. e, um Governo maioritário! ‘Casos quânticos de estranheza’.

Eu acho que não existe povo culto que tema um mau governo, pois, substituir-se-á nas eleições seguintes e, se necessário, até a meio do mandato…; eu, o que temo é um povo inculto. Não corras já a denunciar-me à polícia, pois, eu reafirmo: Tu és o culpado; eu posso afirmar-te, que posso ter muitas culpas, mas essa, eu não carrego.